Cronicas do Amor Impossivel

Cronicas do Amor Impossivel

ainda não avaliado
Autor: Jardim
Tamanho: 1 hora(s) 23 minutos
Língua: Português
Escrito em: Jan. 2013
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Categoria: Ficção e Literatura » Poesia  |  Tipo: Gedicht
Palavras-chave: amor, borboleta, casulo, deserto, devedor, espera, ganhos, impossivel, jardim, passado, perdas, recondito, vazio

O lado obscuro do amor, sem sonhos e sem conselhos.

Mário de Andrade definiu para sempre: amar é verbo intransitivo. O amor atrai pela promessa do bem, mas cutuca uma ferida narcísica: expõe nossa carência, nossa incompletude. Quando amamos, sofremos porque vemos no outro tudo o que nos falta e queremos. Sofremos porque temos medo de que o outro nos abandone, levando consigo uma parte nossa que nos desabita. Se não amamos, sofremos porque não temos com quem compartilhar o que temos. Se não somos amados, não adianta ter o que compartilhar.

Neste livro os poemas são labirintos que exigem cuidados especiais em sua passagem, caso contrário, você pode se sentir perdido.

Crônicas do Amor Impossível mostra a corrosão que o amor provoca no outro lado. O que quebra na engrenagem do outro, os escombros pós-explosão e o que restou. Sem sonhos e sem conselhos o livro fala de amor. Preso no labirinto desse sentimento tenta uma fuga, pois, ao mesmo tempo em que há uma desconstrução, surge uma possibilidade do novo, da superação. E é justamente nesta superação que o autor tenta fazer o seu voo. No entanto, como no voo de Ícaro, é também uma experiência dolorosa.

Convido-o a fazer a travessia neste deserto cheio de tesouros. Entretanto, tenha cuidado para não se deixar atingir pelo brilho do Sol que pode destruir qualquer chance de voo.


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Sobre o autor

Jardim | Autor no XinXii

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Jardim: s. m. segundo o Aurélio, espaço ordinariamente fechado, onde se cultivam árvores, flores, plantas de ornato. jardim: alter ego de Sergio Almeida, na vida real, cidadão anônimo comum que também luta pela sobrevivência, ciente de que o universo não é necessariamente justo ou injusto, alguém que ainda vive, que busca e espera, acerta e erra, que aceita o custo de estar vivo.

O jardim é uma tentativa humana de organizar a natureza, ordenar o desordenado e também uma alternativa para organizar e conciliar a metamorfose das emoções, ordenar as leituras de mundo, decifrar a própria existência.

Sou a soma de tudo o que vivi e que sonhei, um colecionador dos resultados que os dados do acaso fornece.Meu maior patrimônio são os meus versos, com eles construo meu jardim.

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