Reymond Rolland e a Ordem dos Cavaleiros do Sagrado Coração

Reymond Rolland e a Ordem dos Cavaleiros do Sagrado Coração

ainda não avaliado
Autor: Mark Brunkow
Tamanho: 150 página(s)
Língua: Português
Escrito em: Abr. 2009
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Categoria: Ficção e Literatura » Ficção Científica  |  Tipo: Fachbuch
Palavras-chave: rock, roll, viajem, tempo, religião, juvenil, elvis, presley, mark, brunkow

Por que jovens gostam de rock'n'roll? Ora, porque os pais não gostam, é claro

Como toda boa história que vale a pena ser contata esta é uma história de amor.
Amor a vida, amor a liberdade, amor ao rock and roll, mas acima de tudo sobre o primeiro amor, aquele que é eterno mesmo quando acaba. Que nos marca e transforma profundamente. Tão poderoso que pode mudar nossas crenças a e maneira como vemos o mundo.
Reymond Rolland é um garoto de dezesseis anos que além de ter um talento incrível para música e ser um luthier, um mestre artesão, é um gênio das múltiplas inteligências.
Sua vida segue normalmente muito feliz com seus pais até que um dia acorda em um futuro onde a música, a liberdade e o amor não existem.
Descobre as duras penas que aceitar as diferenças, viver em harmonia nem sempre são possíveis. Que o egoísmo e a ânsia pelo poder podem destruir e matar. Que na vida as coisas mudam, elas sempre mudam!
Depara-se com um mundo dominado por uma seita religiosa a Ordem dos Cavaleiros do Sagrado Coração que controla a humanidade com mãos de ferro. Um mundo perfeito, limpo e bege.
E as únicas armas que tem para lutar contra a opressão são um robô metamórfico, um professor idealista, o amor de uma linda garota e o rock and roll.
Escrito de maneira direta e simples este é um livro delicioso, cativante e acima de tudo empolgante. Uma verdadeira odisséia rock cheia de aventura e peripécias.
Uma declaração ao amor, a vida, a liberdade e ao ROCK and ROLL.


O autor é responsável por esta seção.

Sobre o autor

Mark Brunkow | Autor no XinXii

Membro desde: Jun. 2018
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Mark Brunkow, natural de Curitiba, Paraná, portanto curitibano. Mas não um curitibano qualquer, um típico, daqueles que realmente falam “leitê quêntê”, e que tem todos os atributos e adjetivos que cabem a um “curitiboca” clássico. Tímido, fechado, calado, arrogante, metido, esnobe de inteligência mediana e digamos de beleza singular. Mas também é confiável, simples, sincero - até de mais – e vez ou outra simpático, não, simpático não! Se fosse um livro seria um livro de capa dura, grosso, daqueles que param em pé. Não seria um best seller, não seria muito conhecido. Seria daqueles que ficam escondidos na prateleira e que são pouco lidos, aqueles normalmente empoeirados e esquecidos ignorado pela maioria das pessoas. Com certeza seria julgado pela capa e por isso mesmo menosprezado. Mas aos poucos afortunados que se prestassem ou se atrevessem a lê-lo seria um deleite. Ficariam encantados com a simplicidade e beleza encerradas em suas linhas mal traçadas e cheias de verdades e dúvidas concretas. Seria como descobrir em uma viela pouco movimentada um pequeno restaurante com comida simples e deliciosa e que somente seria recomendado a poucos e sinceros amigos. Seria como apreciar um bom vinho em companhia agradável, seria descobrir um prazer simples. Um segredo intimo, quase obsceno. Ao me lerem descobririam uma história cheia de magia e realidade, alegrias e tristezas felicidade e dor como toda história humana em sua jornada. Seriam apresentados a batalhas épicas travadas contra dragões diários gigantescos e aterrorizantes de dúvidas e incertezas envoltos em brumas de mistérios cotidianos. Veriam vitórias magníficas de mãos dadas a derrotas épicas em um constante e cíclico aprendizado moldando assim a ferro e fogo o caráter humano. Encontrariam amores ocultos que são descobertos ao poucos como devem ser, sem alarde, mas de maneira extremamente excitante. Encontrariam rotas de fugas mirabolantes para paraísos distantes que ocultam sentimentos presentes. Paixões secretas que norteiam vidas concretas. Descobririam que a vida sem amor e a música seria um erro. Lugares comuns estariam presentes, não poderiam faltar “sempre te amarei”, “nunca falharei com você”, “não, você não engordou”, “nunca broxei, isso nunca aconteceu comigo” entre outras inverdades necessárias para uma boa trama e enredo empolgante. Sem muito sexo, mas muito erotismo e sensualidade. Haveria morte, pois ela faz parte da vida. Não a morte doída e sofrida a morte necessária àquela que nos lembra de nossa condição humana mais básica. Que somos apenas passageiros nessa história e que novos personagens necessitam aparecer para continuar contando nossa história. Que nossos atos é que nos definem e que nossa conduta é que ecoara quando não mais estivermos aqui. A leitura decorreria devagar, preguiçosa mesmo, mas não uma preguiça pecaminosa, uma preguiça com gosto de não querer que acabe de saudade antecipada para manter ao máximo possível a inevitável descoberta do final.

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